Durante minha hora de almoço em um belo dia de Outubro de 2010, fui fazer minha checagem mensal de preços na “Paraguaiana” (mercado popular do Rio de Janeiro) quando, ao passar por uma barraca vi, ao fundo, uma caixa com o logo de Arkham Asylum. Perguntei o preço e nem pestanejei, juntei o dinheiro que tinha no bolso e comprei o jogo, que custou mais barato que nas lojas online em que costumo comprar (frete incluso). Dito isto, paremos com a enrolação e vamos ao que interessa.

A caixa externa tem o formato de um morcego e na parte superior tem a logo do jogo em relevo, como é possível ver graças à mágica do flash. Ao abrir a tampa, damos de cara com o primeiro brinde: uma réplica em plástico do batarang usado no jogo, apoiado em um stand. Já tentei tirar com a vontade de ver se funciona, mas não consegui.

Ao tirar a moldura que acomoda o batarang, há um colchão de espuma, sem jogo até o momento. Entretanto estamos falando de um jogo do “Bátima”, o maior detetive de todos, e ao vermos com um pouco mais de atenção ao centro, é possível ver um corte no meio da espuma e, ao retirá-la, é que vemos onde estão escondidas as próximas surpresas.

O próximo item a aparecer é o meu predileto, o diário com notas de pacientes da Dra. Penelope Young (quem teve a oportunidade de jogar o game sabe quem é), com capa de algum material que remete a couro (courino talvez) e páginas com textos escritos em uma fonte que simule escrita manual. Este caderno contém dados e informações de todos os loucos de Arkham, desde personagens maiores que apareceram no jogo como o Coringa, até personagens que tiveram apenas citados ao longo da aventura como o Vagalume, com direito a fichas do diretor Sharp e do Batman.

Acima do jogo, vem o manual, um adesivo-voucher para baixar o challenge do Beco do Crime e um cartão com anúncio do guia oficial do jogo.

Diferente da edição comum, a caixa da edição de colecionador é uma luva que protege o estojo onde se encontram os discos de jogo e extras, cujos labels remetem a rolos de fita, prontos para serem tocados por um gravador, que é o design interno do estojo.

O disco de extras contém uma série de entrevistas e making-of com os envolvidos no jogo, inclusive há uma entrevista com Kevin Conroy (dublador do Homem-Morcego), mas infelizmente não tem uma com Mark Hammil (eterno Luke Skywalker e dublador do Coringa).

Batman: Arkham Asylum Collector’s Edition é um item obrigatório para os fãs do morcego, indispensável para fãs do jogo, e valioso para quem gosta de um material bem produzido. Parabéns Warner, parabéns RockSteady e parabéns Eidos pelo serviço bem feito.

Em breve estarei de volta para falar da Edição de Colecionador de Batman: Arkham City. Aguardem!

Vagner Oliveira

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6 Comentario(s)

  • fahrofa 5 anos atrs

    Cara que demais. Bela compra. Sabe um lugar seguro onde posso comprar um também?

  • Vc se lembra do local exato onde comprou? Ja haviam me falado da Uruguaiana, mas sempre tive medo d comprar la e o jogo ser pirata. Gostei bastante dessa edição e gostaria d comprá-la tb

  • SeoCrispim 5 anos atrs

    Primeira vez que vi esse batrang eu quis ter um.

  • Vagner "Zero" 5 anos atrs

    Do lugar, eu lembro. Mas a Uruguaiana hoje em dia já não é a mesma de quando comprei. A barraca onde comprei o jogo, por exemplo, agora só vende controles e rádios. O cenário é diferente, como se ela estivesse definhando, prestes a morrer. Triste.

  • Mark Luther 1 mês atrs

    Essa batrang é massa, costumo muito jogar sites que tem ele no jogo, esse site aqui é um exemplo, muito massa os acessorios e tudo mais.