Dessa vez de casa nova a gente confere mais um Tô Jogando aqui no Fênix Down! A coluna comunitária que precisa da sua ajuda.

Aos trancos e barrancos voltamos com a colaboração do Eduardo que em comemoração ao grande lançamento de Diablo III conta sua experiência com primeiro e classico jogo da série,  famoso RPG da Blizzard pra PC e Playstation.

Agora leia atentamente, comente e se você escreve razoavelmente bem, não deixe de mandar sua colaboração para o Tô Jogando!

[gameinfo title=”Game Info” game_name=”Diablo” developers=”Blizzard North” publishers=”Blizzard” platforms=”PC e Playstation” genres=”Action RPG” release_date=”31/12/1996″]

Lembro até hoje, eu com 8 anos assistindo um dos meus primos, que é 7 anos mais velho que eu, jogando Diablo com seus amigos numa “Lan Party” no seu quarto em uma noite de um sábado qualquer. Pra mim, era emocionante e uma experiência totalmente diferente da que eu alcançava jogando o singleplayer com meu pequeno Guerreiro. Bom, 14 anos depois, eu tive a minha oportunidade (totalmente influenciado pelo Open Beta de Diablo 3).

Chega a ser divertido lembrar o quão meu Mini Mim se apavorava com esse jogo (eu tinha medo de jogar Diablo à noite, julguem). Claro, o jogo tentava ser tenebroso com sua atmosfera sombria, seus mortos-vivos, demónios, salas decoradas com corpos empalados, o inferno, e o próprio TINHOSO! Yep. Hoje, o simples apertar de um botão (Z que serve para Ampliar a Tela) chega a ser motivo de piada, mesmo que você esteja ao lado de uma cruz de ponta cabeça pegando fogo.

O click infinito
Diablo é um Dungeon Crawler isométrico onde você controla seu personagem e ataca com o botão esquerdo do mouse, e usa o botão direito para suas habilidades. O level up, diferente do seu sucessor, só lhe presenteia com pontos de atributo (Força, Destreza, Vitalidade e Energia), já que suas habilidades só podem ser adquiridas e “upadas” via livros mágicos encontrados durante o jogo ou comprados. Toda essa simplicidade na jogabilidade provavelmente ajudou muito na arrecadação de fãs durante esses anos, junto com sua curva de dificuldade bem equilibrada (no começo os esqueletos não lhe oferecem muito trabalho, mas durante o caminho para o inferno, os inimigos aparecem em maior numero, com resistências e muito mais força).

A infernal aventura
A história (que é contado por diálogos e livros em pedestais colocados no meio de centenas de monstros) começa com um herói (que pode ser um Warrior, Rogue ou Mage) chegando na pequena Tristam (a inesquecível cidade da série, que tem uma trilha de arrepiar o bigode) e descobrindo uma catedral construída em cima do local onde Diablo havia sido aprisionado. A história gira em torno de possessões demoníacas do próprio Capiroto, que “seduziu” o Arquimago Lazarus até os confins do inferno e o fez destruir a pedra que o prendia. Com essa oportunidade Diablo possui o corpo do Rei de Tristam e a merda começa por aqui. E olha como o wikipedia é bacana: por fim o filho desse Rei Leoric (o famoso Skeleton King) é possuído e ele que preenche as cavernas e a própria catedral com criaturas que são uma materialização dos seus pesadelos (oi, Silent Hill). Sim! Bem simples, mas com um background interessante.

O triste envelhecimento
Como Diablo é basicamente feito por sprites de animações, o jogo ainda consegue sobreviver bem. Tudo ainda é bem bonito se você relevar, por exemplo, a movimentação do personagem (bem parecido com o Ken visto em Toy Story 3). Na parte gráfica, o jogo peca na sua resolução de 640×480 (limitações da época) que é bem sofrível em um monitor de 20 polegadas. A jogabilidade também é um pouco ferida por não ter como correr (jogando com o Mage, assim como em Diablo II, Teleportar torna tudo mais fácil). E o mais triste: falta de “party”. Foi o maior desafio que meu pequeno grupo de amigos teve que enfrentar. Friendly fire e seus companheiros não aparecendo no mapa, isso sim foi uma aventura.

Not enough mana
Revisitar esse jogo foi uma experiência incrível e levou meu hype para Diablo 3 até o mais alto nível de fanboysmo. Se você ainda não jogou, corra! Ainda há tempo (o jogo é curto).

Intro:

Host do Last Hit, atração sobre League of Legends do Fênix Down. Videos, podcasts e futuramente muito mais.

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9 Comentario(s)

  • Heitor Polidoro 4 anos atrs

    Awesome!

    Eu pretendo um dia fazer a saga toda! =D

  • Mister_I 4 anos atrs

    o primeiro diablo era foda, e olha que só joguei pra valer no PS1. O butcher e o skeleton king estão mais presentes na minha memoria do que qualquer chefe de qualquer jogo e fiquei feliz quando soube que os dois voltam no 3º Jogo

    • A primeira vez que joguei Diablo foi no PC mesmo, do meu primo. Depois que comprei a versão de PSOne joguei bastante também. Dessa ultima vez foi Pc de novo rs

      E te dizer, foi uma emoção foda mesmo ver o Skeleton King na Open Beta do D3 :D

  • TheMax 4 anos atrs

    Bom artigo! Joguei muito Diablo I… e melhorou mais ainda com a expansão "não oficial" Hellfire!!!

    • Valeu cara, to tentando melhorar nesse lance de escrever rs

      E não joguei a expansão, cara, sempre que tentávamos jogar com ela instalada dava uma merdinha :(

      • TheMax 4 anos atrs

        A expansão aumentava a sua velocidade de movimento na cidade (era velocidade normal nas dungeons). Fora algumas missões e duas armaduras fodástocas que você ganhava ao terminar as mesmas. Uma delas tinha o formato de uma vaca, malhada e tudo mais. Dava vários stats altos dado para usa-la até o final do jogo.
        Agora deixa eu ir embora pois tenho que chegar no final do Ato II do Diablo III

  • Suyan Meneses, 31 anos 4 anos atrs

    Esse game foi uns dos primeiros de pc que joguei em casa a noite. Eu ficava horas matando os inimigos para ver qual equipamento especial iria dropar para me ajudar nos níveis que tava empacada por morrer facil lá. Recomecei algumas vezes. No 2, ficava na busca por pedras para completar os bons equips socketed que encontrava. Eu joguei muito com uma feiticeira especialista em gelo e alguns de raio. Perdia a noção do tempo. Quanto ao 3, não tenho planos por conta do amaldiçoado plano de internet que tenho e o status informal do meu trabalho não ajuda a um modo mas decente. A concorrência é feia na área que me formei e ainda saturado não ajuda a planos futuros com o game vai ser mais um para mais tarde quando melhorar a minha situação econômica.

  • Suyan Meneses 4 anos atrs

    Eu conheci o game na época da Revista do CD-ROM e ainda era Demo. Para completar joguei no pc que dividia com o pai. Sem problemas, tinha 16 anos na época. Não podia reclamar.