Olá pessoal!

Então… Na Gamics eu sempre tento trazer algo divertido, interessante e que valha a pena correr atrás. Mas vamos ser sinceros: nem tudo são flores, especialmente em adaptações de games.

Então, está na hora de um “choque de realidade” (ou atestado de velhice, como preferir).

Page-01Como a galera sabe, Street Fighter é das séries de games com mais adaptações possíveis, seja filmes (urgh), animes e, claro, quadrinhos (como citados aqui e aqui). A verdade é que, infelizmente, os americanos também colocaram a mão na série (o estúdio UDON é canadense, senhor cata-piolho).

No final da década de 80 e início da década de 90, a Malibu Comics, conhecida pelo universo de heróis do Ultraverso, obteve os direitos de publicação da Capcom americana. No Brasil, ela foi publicada pela Editora Escala em 1994, mas com apenas três números- em seguida começou a fase brasileira, com desenhos de Arthur Garcia.

Mas vamos para a merd…, digo, a HQ (suspiro).

A história se passa após a derrota de Sagat para Ryu, onde Bison (aqui utilizando-se do nome original, Vega) acaba de recrutar o lutador de muay thai e Balrog (M. Bison), ex campeão peso pesado. Seu objetivo: unir os street fighters mais fascínoras e poderosos do mundo para capturar (ou destruir, não entendi) Ryu. Por que?

Não sei.

Sério, gente, são poucas as revistas (tirando as do Rob Liefeld) que eu realmente execro e falo que são ruins de fato. Essa é uma delas.

A sucessão de “tiradas geniais” e o traço sofrível fez da leitura de duas edições (a um e a dois) uma verdadeira aula de perseverança. Não sei se é da tradução, mas a quebra da quarta parede é utilizada a exaustão e até palavrões são usados. Bem, vamos aos personagens que aparecem nessas duas pérolas:

RyuRyu

Ryu é o grande campeão Street Fighter. Faixa preta de karate shotokan, se tornou o campeão ao derrotar Sagat, mas tudo o que ele quer agora é bater nos outros e pegar a Chun-Li.

Não quer entender que seus amigos evoluíram e tem vidas a cuidar, mas ainda quer que a Chun-Li esteja “disponível” pra ele (se é que vocês me entendem).

Frase memorável na HQ:

“Memórias podem ser o pilar onde construir minha paz interior! (é assim que está escrito, sério)”Foi o que Sheng Long ensinou! Ou será que li isso em um biscoito da sorte?”

KenKen

Amigo de Ryu, treinaram juntos com Shen Long (sim, aqui eles usavam o nome da clássica lenda de SF2), mas diferente do amigo não quer saber muito de treinos e lutas em ringues: se aposentou cedo do circuito Street Fighter para casar e hoje se dedica a vida de ator de comerciais de ótimos produtos como tubaína (sim, tubaína). Luta contra Sagat e Balrog sendo gravemente ferido (ou morto, mas nunca saberemos).

Frase memorável na HQ:

Para Sagat: “Dois de uma vez? Tá achando que isso aqui é Mortal Kombat?”

Chun-LiChun-Li

Limitada na série a ser a gostosa e namorada do protagonista, Chun-Li tem o incrível superpoder de ser desenhada de uma forma diferente em cada quadro. Gosta de Ryu, mas quer que ele cresça um pouco e entenda que o fato de Bison ter matado seu pai não é uma simples “probleminha”

Frase memorável na HQ:

Para Ryu e Ken: “Parecem mais Jaspion e Jiraya!”

Iria citar os vilões, mas eles nem de longe são tão legais quanto os heróis (Vega/Balrog por exemplo só fala que “lutadores formosos nunca perdem”). De toda forma recomendo (ou não) você ler essas revistas para poder ver o quão longe a Capcom americana pode ir.

Hã… bem, eles podem ir longe mesmo!

E, pra quem duvida, deixo aqui o primeiro número da revista (que achei no sistema de buscas do Media Fire, hehehe).

Até daqui quinze dias, pessoas!

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Escritor frustrado e viúva da Sega, acho que sou o único que gosta dos amigos do Sonic (até mesmo aquele gato estranho do Adventure 2).

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