Olá pessoal!

Chegando a fatídica edição 50, quem diria! Muito obrigado a todos que me apoiaram e acompanham a coluna, mesmo nos momentos mais trues até os mais baixinhos. Ver a galera que comenta me dá um gás legal para continuar.

Mais uma vez agradeço ao Diego pela força e principalmente pela paciência!

Bom, terminando essa pequena série de HQs que dariam bons jogos, vou trazer uma brincadeira que fiz lá no BFS de quadrinhos (beijo Ilapso!), onde citamos no fim justamente HQs que dariam bons games. Como a maioria sabe, a Maurício de Sousa Produções tem lançados nos últimos anos Graphic Novels trazendo versões bem diferentes da Turma da Mônica. Esses compilados renderam HQs solos de alguns personagens e uma das que mais me impressionou foi a última da primeira leva.

Vamos ver como ficaria um jogo de Piteco: Ingá?

Escrito, desenhado e pintado pelo impressionante Shiko (como não conheci esse cara antes?), Ingá traz uma visão forte e bem fantasiosa do universo do Piteco: aquele quê de pre história misturado com folclore brasileiro dão um ótimo tom a narrativa da história.

Piteco - Ingá 8

Piteco é um caçador e junto com seu povo, guiados pela Xamã Thuga, procuram um novo lugar para viver: os diversos povos que outrora eram unidos se dividiram em povos e terras diferentes, com grande (e mortal) rivalidade: um desses povos, o Povo-Tigre, sequestra Thuga na noite que antecede a grande jornada.

Assim, Piteco, acompanhado do “engenhoqueiro” Beleléu e da guerreira Ogra, partem pelo vale da morte de Ug em busca daquela que detém o conhecimento da pedra de Ingá.

PitecoInga_img06

Claro, como ainda é uma Graphic Novel que se acha com muita facilidade, não darei maiores spoilers, então vamos a jogatina!

A princípio, o gênero que vem a nossa mente é o Hack n’ Slash bem God of War like, mas lendo a HQ dá pra perceber que tem quer uma coisa bem mais complexa, digamos assim: os elementos fantástico são dosados de uma forma menos épica, mais voltado pro lado celta do que greco-romano, com deuses mais “monstruosos”, feios até.

Sendo assim, fazendo o comparativo, acredito que o mais parecido seria mais para o começo de Castlevania: Lords of Shadow e um quê de X-Men Origins: Wolverine do que o “precursor” (com aspas bem grandes) do estilo.

PITECO

 Claro que a jogabilidade estaria mais para o lado do carcaju do que necessariamente para os demais, mas um outro ponto que teríamos de colocar seria o fato do protagonista ser um caçador: o que podemos dar para ele que faria com que essa capacidade fosse evidenciada?

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Sim! O Detective Mode da série Arkham seria uma ótima inspiração para a criação de um “instinto caçador” do Piteco, mas ainda falta algo: apesar da história ser bem linear (o que não é um demérito de forma alguma), todo o “mundo” de Ingá é fascinante: você fica realmente curioso para conhecer o costume do povo do protagonista. Para isso, acredito que o ideal seria dar um elemento de mundo aberto ao jogo: um hack n’ slash de mundo aberto, com aquela pegada stealth que tivemos em Assassin’s Creed 3.

Os bosses tem que ter uma pegada mais épica, mas fora do escopo original do jogo: pelo que é mostrado na HQ, há todo o tipo de monstro e deus/demônio: desde criaturas gigantes até seres voluptuosos:

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E é isso aí, galera! Mais um post de HQ nacional. Espero falar deles novamente no futuro, mas não estranhem se a coluna der uma pausa, mas vai ser pra coisa boa!

Até mais, galero!

Escritor frustrado e viúva da Sega, acho que sou o único que gosta dos amigos do Sonic (até mesmo aquele gato estranho do Adventure 2).

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2 Comentario(s)

  • Lucas Araujo 2 anos atrs

    Não conhecia essa HQ. Fiquei bem interessado.

  • Essas GN da MSP estão surpreendentes mesmo. A do piteco realmente daria um ótimo jogo de aventura nos moldes de AC, mas sem o parkour maluco.hehe

    Ah e parabéns, já tá em 50!!^^